Irmã Scheilla https://irmascheilla.com.br Centro Espírita Irmã Scheilla - Goiânia, BR Mon, 20 Jul 2026 22:40:12 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0.2 https://irmascheilla.com.br/wp-content/uploads/2025/01/cropped-unnamed-32x32.jpg Irmã Scheilla https://irmascheilla.com.br 32 32 Programação CAEB – 25 de Julho https://irmascheilla.com.br/caeb/programacao-caeb-25-de-julho/ https://irmascheilla.com.br/caeb/programacao-caeb-25-de-julho/#respond Mon, 20 Jul 2026 22:38:10 +0000 https://irmascheilla.com.br/?p=14927  Atendimentos Gratuitos

Casa da Acolhida Eurípedes Balsanulfo (CAEB): Atendimento Humanizado e Gratuito à Comunidade

Casa da Acolhida Eurípedes Balsanulfo (CAEB), iniciativa do Centro Espírita Irmã Scheilla, é uma organização sem fins lucrativos que oferece serviços gratuitos e voluntários à população, sem qualquer vínculo religioso. Nosso propósito é acolher, cuidar e promover saúde e bem-estar de forma inclusiva, respeitando a diversidade e as necessidades individuais de cada pessoa.

Agenda CAEB para o dia 25/07/2026.

Informações Gerais

  • Horário: Sábados, das 8h às 11h00.
  • Critério: Atendimentos gratuitos por ordem de chegada.
  • Endereço: Rua 8, No. 23, Vila Abajá – Goiânia, Goiás.

Especialidades e Profissionais Responsáveis

  • Clínica Médica: Dr. Moisés Abdala
  • Massoterapia: Dra. Rany Leão
  • Fisioterapia: Dr. Tácio
  • Orientação Jurídica: Dra. Elisa Nazareth
  • Odontologia: Dr. Adriano
  • Programa em Luto: Psi Jacqueline Amaral
  • Grupo Homem com H de Humano – grupo de apoio

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Programação CAEB – 18 de Julho https://irmascheilla.com.br/caeb/programacao-caeb-18-de-julho/ https://irmascheilla.com.br/caeb/programacao-caeb-18-de-julho/#respond Tue, 14 Jul 2026 20:47:10 +0000 https://irmascheilla.com.br/?p=14414  Atendimentos Gratuitos

Casa da Acolhida Eurípedes Balsanulfo (CAEB): Atendimento Humanizado e Gratuito à Comunidade

Casa da Acolhida Eurípedes Balsanulfo (CAEB), iniciativa do Centro Espírita Irmã Scheilla, é uma organização sem fins lucrativos que oferece serviços gratuitos e voluntários à população, sem qualquer vínculo religioso. Nosso propósito é acolher, cuidar e promover saúde e bem-estar de forma inclusiva, respeitando a diversidade e as necessidades individuais de cada pessoa.

Agenda CAEB para o dia 18/07/2026.

Informações Gerais

  • Horário: Sábados, das 8h às 11h00.
  • Critério: Atendimentos gratuitos por ordem de chegada.
  • Endereço: Rua 8, No. 23, Vila Abajá – Goiânia, Goiás.

Especialidades e Profissionais Responsáveis

  • Par-Biomagnetismo: Dra. Giovana Ferro
  • Massoterapia: Dra. Rany Leão
  • Fisioterapia: Dr. Tácio
  • Acupuntura: Dra. Alacil
  • Consultoria em Arquitetura: Arq. Renato de Melo Rocha
  • Pilates: Prof. Juliana
  • Odontologia: Dra. Aldi
  • Saúde e Bem Estar: Magda
  • Orientação Jurídica: Dra. Michele

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Arraiá 2026 – Festa julhina no Centro Espírita Irmã Scheilla https://irmascheilla.com.br/eventos/arraia-2026-festa-julhina-no-centro-espirita-irma-scheilla/ https://irmascheilla.com.br/eventos/arraia-2026-festa-julhina-no-centro-espirita-irma-scheilla/#respond Tue, 07 Jul 2026 21:42:18 +0000 https://irmascheilla.com.br/?p=13933 Detalhes do Evento

  • Data: 17 de julho de 2026 (Sexta-feira)
  • Horário: Das 19h30 às 22h30
  • Local: Rua 8, nº 23, Vila Abajá, Goiânia
  • Entrada: Gratuita

Comidas Típicas Disponíveis

O evento contará com barraquinhas vendendo os seguintes itens:

  • Caldos e canjica
  • Arroz doce e pipoca
  • Pamonha e milho cozido
  • Curau, pé de moleque e mané pelado

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Programação CAEB – 30 de Maio https://irmascheilla.com.br/caeb/programacao-caeb-30-de-maio-3/ https://irmascheilla.com.br/caeb/programacao-caeb-30-de-maio-3/#respond Tue, 07 Jul 2026 21:35:43 +0000 https://irmascheilla.com.br/?p=13930  Atendimentos Gratuitos

Casa da Acolhida Eurípedes Balsanulfo (CAEB): Atendimento Humanizado e Gratuito à Comunidade

Casa da Acolhida Eurípedes Balsanulfo (CAEB), iniciativa do Centro Espírita Irmã Scheilla, é uma organização sem fins lucrativos que oferece serviços gratuitos e voluntários à população, sem qualquer vínculo religioso. Nosso propósito é acolher, cuidar e promover saúde e bem-estar de forma inclusiva, respeitando a diversidade e as necessidades individuais de cada pessoa.

Agenda CAEB para o dia 11/07/2026.

Especialidades e Profissionais

  • Psiquiatria: Dra. Maura
  • Massoterapia: Dra. Rany Leão
  • Fisioterapia: Dr. Tácio e Dra. Ellen
  • Pilates: Prof. Juliana
  • Odontologia: Dra. Marina
  • Saúde e Bem Estar: Juliana
  • Orientação Jurídica: Dra. Giovana Bibikow

Informações Importantes

Endereço: Rua 8, No. 23, Vila Abajá – Goiânia, Goiás.

Custo: Atendimentos gratuitos.

Critério: Por ordem de chegada.

Dia/Horário: Sábados, das 8h às 11h.

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PENSAMENTO E PALAVRA https://irmascheilla.com.br/noticiasproluz/pensamento-e-palavra/ https://irmascheilla.com.br/noticiasproluz/pensamento-e-palavra/#respond Tue, 30 Jun 2026 22:01:03 +0000 https://irmascheilla.com.br/?p=12355 A imagem atual não possui texto alternativo. O nome do arquivo é: Ilustracao_capa_noticia_109.jpeg

Não vos enganeis: as más conversações corrompem os bons costumes. (I Coríntios, XV, 33).

É a influência negativa do mal, expressa por um linguajar inadequado ou por um proceder pouco elevado.

Toda construção se inicia no pensamento, concretizando-se depois pela ação. Com a palavra assim também o é. Pensamentos pouco moralizados se manifestam, logo mais, em palavras não edificantes, as quais deságuam em atos reprováveis, vindo tudo a se materializar numa resultante de sofrimentos.

Domar os pensamentos e manifestar essa tomada de posição por um palavrear comedido é a melhor forma de moldar o caráter e preparar uma vida equilibrada.

Disciplinar a mente corresponde à edificação de uma vida sólida, equilibrada e feliz, e isso se manifesta no equilíbrio do falar.

Erasmo, médium Esse Capelli,
do livro Reflexões à Sombra da Cruz

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DO BANCO DA PRAÇA – Mestre Bino https://irmascheilla.com.br/artigos/do-banco-da-praca-mestre-bino/ https://irmascheilla.com.br/artigos/do-banco-da-praca-mestre-bino/#respond Mon, 29 Jun 2026 22:05:02 +0000 https://irmascheilla.com.br/?p=13041 O VENENO DO ÓDIO

Um homem que fora agredido por um desafeto caminhava deixando vazar por todos os poros o incêndio do ódio. Monologava:

— Vou em busca de uma arma e voltarei para vingar-me.

Um ancião, marcado pela experiência da vida e que presenciara os fatos, chamou-o à reflexão:

— Meu filho, antes de alimentar a fogueira do ódio, ouça a história que vou contar. Um homem caminhava por uma trilha na floresta quando percebeu um tigre à sua frente. Em sua mente avolumou-se o dilema: enfrentar a fera ou deixá-la onde estava, tomando outro caminho?

O bom senso imperou. O viajante recuou um pouco e, hoje, vive feliz com sua família.

— Por que recuou? — alguém perguntou.

Ele prontamente respondeu:

— Se houvesse lutado com o tigre, certamente não poderia vencê-lo e, hoje, estaria estropiado ou morto, e a fera permaneceria a mesma, feliz, alimentada por minha carcaça.

O ancião calou-se por um instante e completou a lição:

— O ódio, meu filho, é o tigre que encontramos a cada momento na grande caminhada da vida, e só podemos vencê-lo pela força do amor e pela sabedoria da distância. Deixe quem o odeia onde está, perdoe-o e afaste-se. Amanhã, como o homem da história, você se encontrará feliz, sem ofender e sem ser ofendido.

Aprenda a deixar o que não lhe agrada onde está, sem confrontos, e siga o seu caminho, para que não perca a paz.

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ONDE ESTÁ A VOSSA FÉ? https://irmascheilla.com.br/artigos/onde-esta-a-vossa-fe/ https://irmascheilla.com.br/artigos/onde-esta-a-vossa-fe/#respond Mon, 29 Jun 2026 22:05:00 +0000 https://irmascheilla.com.br/?p=13030

FERNANDO SAMUEL

A pergunta de Jesus que está registrada em Lucas 8:25 revela uma simplicidade típica das grandes lições de Cristo, porque narra um lago em fúria, a barca à deriva e os discípulos — homens experientes, alguns deles pescadores de toda a vida — tomados de pavor. Não era a primeira vez que enfrentavam tempestades. E, ainda assim, o medo os venceu.

Jesus acalma os ventos e as águas. Mas, antes de qualquer outra palavra, volta-se para aqueles que o seguiam e lança a pergunta que atravessa os séculos: “Onde está a vossa fé?”

Emmanuel nos convida a meditar sobre o alcance dessa interrogação (1). Jesus não pretendia repreender os discípulos, mas antes transmitir um novo ensinamento de amor. O Mestre não pergunta se havia fé, mas onde ela estava. A fé existia; estava apenas adormecida sob o peso do medo. A fé está conectada à centelha divina que existe em toda criatura humana, encarnada ou desencarnada.

A confiança verdadeira não se revela nos momentos de tranquilidade, quando o céu está aberto e os caminhos são largos, mas sim na hora das tempestades da vida. É no instante em que tudo parece obscuro e perdido que a fé encontra seu tempo próprio, sua hora de manifestar-se como força viva e não como mero ornamento espiritual.

Emmanuel lembra-nos que o socorro divino sempre vem. A misericórdia celestial é infinita e não abandona nenhum filho em sua hora de necessidade. Mas, vencida a dificuldade, a pergunta retorna, suave e firme: “Onde estava a vossa fé?”

E assim se dá o aprendizado da alma. Cada tempestade superada é uma aula. Cada obstáculo vencido com serenidade é um passo a mais na educação do espírito. Não somos poupados das provações, mas somos convidados a crescer através delas.

Que possamos, então, ao primeiro sinal da tormenta, buscar dentro de nós aquela centelha que nunca se apaga: a certeza silenciosa de que não estamos sós.

(1) XAVIER, Francisco C. Caminho, Verdade e Vida, cap. 40, “Tempo de Confiança”. 28 ed. Rio de Janeiro: FEB, 2012.

FERNANDO SAMUEL é palestrante do CEIS

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A POLARIZAÇÃO E O SEU ENTREMEIO https://irmascheilla.com.br/artigos/a-polarizacao-e-o-seu-entremeio/ https://irmascheilla.com.br/artigos/a-polarizacao-e-o-seu-entremeio/#respond Mon, 29 Jun 2026 22:04:58 +0000 https://irmascheilla.com.br/?p=13039

EURÍPEDES VELOSO

Por mais uno que seja um valor, uma substância ou algo considerado concreto em sua materialidade, haverá um marco intermediário, parte da sua estrutura. Tem início, meio e fim. Afinal, na nossa limitada condição, ainda dependemos de considerar todas as coisas estruturadas em limites.

Os limites, em nossa frágil compreensão, nada mais são do que a delimitação apenas do que podemos ver, sentir, medir e perceber. Considerando, ainda, os potenciais diferenciados das criaturas. Uns têm ouvidos de ouvir, outros não os têm. Uns têm olhos de ver, outros não os têm. Uns têm coração para sentir, outros não o têm. Daí, os gestos, as atitudes e as ações estarem na conformidade dos limites de cada um.

Esparzimos, na conformidade dos limites que somos capazes de estabelecer nas vivências, aquilo que colhemos em nosso campo mental, psíquico, emocional e sentimental, podendo, também, advir do que guardamos de espiritualidade.

Dessa forma, ante todos os estímulos, infinitos, nosso Eu promana em acordo com a nossa integralidade, emoldurada pelos estímulos que nos cercam e por nós aceitos.

Haverá sempre um intermédio, a modelar nossos caracteres e os traços da nossa personalidade. De todos os sistemas, da ordem progressiva da nossa cultura, a evolução da Humanidade é a maior das estruturas. Diz respeito ao ser criado, que se dota como princípio inteligente, peça essencial nos desígnios do Criador.

Sendo esse princípio inteligente um imutável axioma, espera-se que estejamos preparados para transitar no corredor ascensional.

Toda estrutura, em formação, tende a consolidar-se. Se ordenada pela Arquitetura Divina, por mais delongada, consolida-se. Permeamos esse trânsito por milênios e agora é chegada a hora dos últimos ajustes. O prazo de validade do planeta está em sua data derradeira. O período previsto está a esgotar-se.

Uma característica do orbe, quando nessa fase terminal, é pôr a criatura em conflitos íntimos, reverberados pela própria escolha. Se bem posto, resguardado por conquistas milenares, encontrará meios de proceder às escolhas que lhe sejam mais apropriadas. Se mal posto, resguardando-se ainda por antigas mazelas de egoísmo, de materialismo, da inteligência sem sentimentos, de um cinismo que esvai das máscaras, de uma frieza insensível às dores do próximo e de manejos enganadores de falsa retórica, não terá o que lhe garanta passos no caminho da elevação.

Nesse sublime momento das nossas existências, um fenômeno ocorre, próprio das transições planetárias do nosso nível. Somos colocados, emocionalmente, por necessidades de escolhas, no ponto médio da nossa estrutura.

Os caracteres, os traços de personalidade, fluem em tal ordem que nos fazem despir da roupagem efêmera com que nos vestimos ao longo dos séculos. Desmascarados, sem a indumentária fugaz, somos postos no estágio medial das nossas decisões. É como estar na plataforma média da extensa caminhada, ante uma encruzilhada.

Estatelados, quanto menos sabemos escolher a direção, mais efervescente será o nosso ego. Tentaremos encontrar soluções, mas só temos na bagagem a resultante do que plantamos nos passos anteriores. Havendo, contudo, tempo para o recomeço, dependendo da passagem que escolhermos. Preponderando as nossas tendências, a mostrarem o que somos. Se infelizes e persistentes na índole menos boa, nos valeremos ainda dos valores puramente terrenos, com teorias mirabolantes, com discursos inflamados, disseminando desventuras. Se felizes, na harmonia do bem, será mais fácil decifrar o roteiro. Mas é muito triste quando vemos pessoas emaranhadas em seus desequilíbrios, por falta de virtudes.

Uma forma de percebermos como estamos ante essa bifurcação do caminho é buscar a reforma íntima, pela qual nos seja possível perceber se ainda estamos guardando os clamores da contenda, do ódio, da falsidade nas expressões, da indiferença às dores dos que sofrem, da exclusão dos considerados diferentes, das diferenças sociais e físicas, ou se, simplesmente, em quaisquer circunstâncias, nos esforçamos para o entendimento amorável.

Sem contender, com olhares benevolentes. Sem a dependência de envolver-nos nas ideologias malsãs, contemplando mais os valores da alma, orando pela recomposição dos corruptos, sem barganhar valores espirituais por valores políticos, sem puxarmos tapetes para assumirmos cargos ou posições, por certo, no ponto de transição do inevitável cruzamento, teremos, guardada no coração, uma bússola a indicar o rumo onde está Nosso Senhor Jesus Cristo.

EURÍPEDES VELOSO é escritor, coordenador do Setor de Memórias da Federação Espírita do Estado de Goiás

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O MEDO SOCIAL E A EVANGELIZAÇÃO INFANTIL https://irmascheilla.com.br/artigos/o-medo-social-e-a-evangelizacao-infantil/ https://irmascheilla.com.br/artigos/o-medo-social-e-a-evangelizacao-infantil/#respond Mon, 29 Jun 2026 22:04:55 +0000 https://irmascheilla.com.br/?p=13024 GIOVANIO ROSA

Então, Jesus disse: – Deixem vir a mim as crianças e não as impeçam, pois o Reino dos céus pertence aos que são semelhantes a elas (Mateus 19:14).

A evangelização cristã do indivíduo é o melhor roteiro para sua formação moral e espiritual, a pedagogia mais eficaz para a formação do caráter e a expansão dos bons sentimentos.

Jesus nos assevera que o Reino dos Céus pertence aos que se assemelham às crianças. Evidentemente, Ele se refere à simplicidade e à ingenuidade infantis. As crianças são espíritos antigos habitando corpos novos, ainda em formação, com o propósito principal de prosseguir na marcha evolutiva. Por isso, nessa fase da vida, mostram-se mais receptivas a novos conceitos e ensinamentos, abertas à compreensão das informações que lhes são oferecidas e, consequentemente, mais suscetíveis às reformas íntimas oriundas das experiências de outras existências.

Tradicionalmente, a evangelização cristã infantil tem como foco a pedagogia de Jesus, que, evidentemente, abrange todas as circunstâncias da vida individual e social do ser humano. A pedagogia é de Jesus, mas a didática é do evangelizador.

Diante do assombroso desafio de ensinar as crianças a se desvencilharem do egoísmo — sem qualquer viés ideológico, pois no Espiritismo não cabe, em hipótese alguma, qualquer ideologia —, nós, evangelizadores, temos também o desafio de ensinar as crianças, e principalmente os meninos, a serem bons namorados, bons ex-namorados, bons noivos, bons ex-noivos, bons maridos e, até mesmo, bons ex-maridos.

É necessário desconstruir a ideia do “me pertence”, do pensamento de que “se não ficar comigo, não ficará com mais ninguém”, origem de comportamentos que levam à agressão e até mesmo ao homicídio.

Pode parecer paradoxal falar em ensinar alguém a ser “ex”, visto que a construção da célula-máter da sociedade pressupõe o fortalecimento da família, e não a sua dissolução. Contudo, o que se busca é o combate ao egoísmo, ao ciúme doentio e ao orgulho ferido. Trata-se de ensinar o indivíduo, desde a infância, a lidar com as perdas, especialmente as de natureza afetiva, pois elas são, em muitos casos, o estopim que alimenta esse grave problema social, contribuindo para tantas desditas no ambiente familiar.

De um lado, resta quase sempre uma vítima; do outro, um criminoso.

Como afirmou um filósofo grego: “Se educarmos as crianças, não precisaremos punir os adultos.”

GIOVANIO ROSA é palestrante do CEIS

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ACENDA UMA LUZ EM SUA CASA https://irmascheilla.com.br/artigos/acenda-uma-luz-em-sua-casa/ https://irmascheilla.com.br/artigos/acenda-uma-luz-em-sua-casa/#respond Mon, 29 Jun 2026 22:04:52 +0000 https://irmascheilla.com.br/?p=13028 FERNANDO PINHEIRO

É natural que tenhamos toda a nossa atenção em relação à nossa moradia física, seja uma casa, mansão ou uma choupana, seja um apartamento duplex ou quarto e sala, seja própria ou alugada. Todas elas são resultados físicos da união de diversos materiais, como tijolos, madeira, areia, cimento, ferro, vidro, etc., moldadas para abrigar as nossas famílias, com o objetivo de nos acolher, proteger e proporcionar descanso aos nossos corpos físicos. Para cuidar dessa CASA, é imprescindível adotarmos uma série de procedimentos: limpar e higienizar diariamente seus cômodos, além de pintar e reformar periodicamente, para a devida conservação e manutenção de seu ambiente físico; caso contrário, ela se tornaria um lugar desagradável.

Nesse ambiente físico, somadas às dezenas de todas as outras moradias circunvizinhas, são formados os bairros, as cidades, os estados e os países. Nós, os seres humanos, habitamos cada uma dessas unidades, formando famílias que, juntas, formam as comunidades, as sociedades, os povos e as nações.

Nesse momento, dois itens são formados individualmente: a CASA e o LAR, os quais passam a se diferenciar:

A CASA é a construção material, o teto, o espaço físico que habitamos. O LAR é o ambiente psíquico e moral construído pelo afeto, pela renúncia, pelo respeito mútuo e pela convivência familiar.

Família: essa que reúne almas com necessidades de aprendizado conjunto, formada por espíritos afetos e desafetos e em provações reencarnados com as funções de pais, filhos, irmãos, onde terão a oportunidade da convivência pacífica, mas também para buscarem a rearmonização e os reajustes do passado e, principalmente, a educação moral de todos os seus membros, para que, dessa forma, possam colaborar na reforma da sociedade. A FAMÍLIA é a célula da sociedade, e para que a sociedade seja equilibrada, harmônica e fraterna, esses princípios têm que ser formados no LAR.

Dessa forma, a Doutrina Espírita vem nos trazer a orientação indispensável de implantarmos em nossos LARES o ESTUDO DO EVANGELHO NO LAR, o qual trará benefícios como a harmonização familiar, a proteção espiritual, a limpeza fluídica do ambiente, além de fortalecer o estudo e a prática dos ensinamentos de Jesus, promovendo, pois, a PAZ e o equilíbrio mental dos integrantes da Família.

A implantação dessa prática é simples:

1- Escolha um dia por semana, fixando o mesmo horário.

2- Um local tranquilo e confortável, e colocar uma jarra de água para a fluidificação.

3- Convide, sem exigir, a presença de todos que estejam presentes na casa; se recusarem, faça sozinho, pois os espíritos estarão presentes.

4- Fazer leituras curtas e edificantes e, a seguir, prece de abertura simples e espontânea.

5- Fazer a leitura do trecho do Evangelho Segundo o Espiritismo, de preferência em sequência e dedicado a um ou dois itens.

6- Após a leitura, todos poderão fazer breves comentários, evidenciando o ensinamento moral, evitando a crítica ou a aplicação a outrem, mas deixando que cada um faça a sua própria reflexão interior.

7- Fazer o encerramento buscando as vibrações de paz, equilíbrio e fraternidade para toda a família e para toda a humanidade, além de vibrações específicas para alguém em especial.

8- Fazer a prece de encerramento simples e espontânea, agradecendo a Deus, a Jesus e aos bons espíritos, e beber a água fluidificada pelos espíritos presentes.

QUANDO A FAMÍLIA ORA, JESUS SE DEMORA NO LAR E A LUZ DO AMOR SE ACENDE.

FERNANDO PINHEIRO é palestrante do CEIS

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