Biografia Irmã Scheilla

Irmã Scheilla é um espírito de elevada envergadura moral que atua na assistência espiritual, especialmente

Leia também: Irmã Scheilla e o Perfume da Caridade

Encarnações Anteriores

Tem-se notícias apenas de duas encarnações de Scheilla: uma na França, no século XVI, e outra na Alemanha. Na existência francesa, chamou-se Joana Francisca Frémiot, nascida em Dijon e 28/01/1572 e desencarnada em Moulins a 13/12/1641.

Ficou conhecida Santa Joana de Chantal (canonizada em 1767) ou Baronesa de Chantal. Casara-se, aos 20 anos com o Barão de Chantal. Tendo muito cedo perdido seu marido, passou a dedicar-se à obras piedosas e orações, juntamente com os deveres de mãe para com seus 4 filhos.

Fundou, em 1604, juntamente com o Bispo de Genebra, S. Francisco de Salles, em Annecy, a congragação da visitação de Maria, que dirigiu como superiora, em Paris. Em 1619, Santa Joana de Chantal deixou o cargo de superiora da Ordem de Visitação e voltou a Annecy, onde ficava sua casa mãe da Ordem.

A outra encarnação conhecida de Scheilla, verificou-se na Alemanha. Com a guerra no continente Europeu, aflições e angústias assolaram a cidade de Berlim, na Alemanha, onde Scheilla atuava como enfermeira. Seu estilo simples, sua meiguice espontâneas, muito ajudaram em sua profissão. Bonita, tez clara, cabelo muito louro, que davam um ar de graça muito suave. Seus olhos azuis-esverdeados, de um brilho intenso, refletiam a grandeza de seu Espírito. Estatura mediana, sempre com seu avental branco, lá estava Scheilla, preocupada em ajudar, indistintamente. Esquecia-se de si mesma, pensava, somente na sua responsabilidade. Via primeiro a dor, depois a criatura… Numa tarde de pleno combate, desencarna Scheilla, a jovem enfermeira. Morria no campo de lutas, aos 28 anos de idade.

Muitos anos depois, surgia nas esferas superiores da espiritualidade, com o seu mesmo estilo aprimorando carinho e dedicação, Scheilla, a enfermeira do alto!

Trabalho Espíritual no Brasil

Tudo indica que Scheilla vinculou-se, algum tempo após a sua desencarnação em terras alemãs, às falanges espirituais que atuam em nome do Cristo, no Brasil.

Atualmente nossa querida Mentora trabalha na Espiritualidade, juntamente com Cairbar Schutel, Coordenador Geral da Colônia Espiritual Alvorada Nova, Scheilla desenvolve um trabalho muito forte e muito amplo com dedicação ímpar, coordenando quatorze equipes que formam o Conselho da Casa de Repouso, o qual se reúne periodicamente, decidindo às questões pertinentes.

Conta-nos R.A. Ranieri que, numa das primeiras reuniões de materialização, iniciadas em 1948 pelo médium “Peixotinho”, surgiu a figura caridosa de Scheilla. Em Belo Horizonte, marcou-se uma pequena reunião que seria realizada com a finalidade de submeter a tratamento dona Ló de Barros Soares esposa de Jair Soares. No silêncio e na escuridão surgiu a figura luminosa de mulher, vestida de tecidos de luz e ostentando duas belas transas, era Scheilla. Nas mãos trazia um aparelho semelhante a uma pedra verde calro, ao qual se referiu dizendo tratar-se de um emissor de radioatividade, ainda desconhecido na terra. Fez aplicação em dona Ló. Depois de alguns minutos, levantou-se da cadeira e proferiui uma belíssima pregação evangélica com sotaque alemão e voz de mulher. em vários grupos espíritas brasileiros, além de sua atuação na assitência à saúde, sempre se caracterizou em trazer às reuniões, certos objetos, deixando no recinto o perfume de flores que lhe caracterizavam.

Na obra “Chico Xavier – 40 Anos no Mundo da Mediunidade” de Roque Jacinto, encontramos o seguinte depoimento: “Chico aplicava passes. Ao nosso lado, ocorreu um ruído, qual se algum objeto de pequeno porte tivesse sido arremessado, sem muita violência. (-Jô – disse um médium – Scheilla deu-lhe um presente). Logo mais, procuramos ao nosso derredor e vimos um caramujo grande e adoravelmente belo, estriado em deliciosas cores. Apanhamo-lo, incontinenti, e verificamos nele água marítima, salgada e gelada, com restos de uma areia fresca, Scheilla o transportara para nós. estávamos a centenas de uma nesga de mar, em manhã de sol abrasador que crestava a vegetação e, em nossas mãos, que o espírito nos ofertara, servindo-se da mediunidade de “Chico”.

Na assistência reduzida, estava um cientista suíço, materialista, que ali viera por insistência dos familiares. Scheilla, em sotaque alemão, anunciou:- Para nosso irmão que está ali – indicava o Suíço -, vou dar o perfume que sua mãezinha usava, quando na terra. Despertou-lhe um soluço comovido, pela lembrança que se lhe aflorou à memória, recordando a figura da mãeInha ausente.” Tempos depois, um outro raro instante se deu com a presença de Scheilla. “Bissoli, Gonçalves, Isaura, entre outros, compunham a equipe de beneficiados, agrupando-se numa das salas da casa de André, tendo Chico se retirado para o dormitório do casal. onde permaneceria em transe mediúnico. Uma onda de perfume, corporifica-se Scheilla, loira e jovial, falando com seu forte sotaque alemão. Bissoli estabeleceu o diálogo: -eu me sinto mal – diz Bissoli – você – informou Scheilla – come muita mantega Bissoli. Vou tirar uma radiografia do seu estômago. A pedido, nosso companheiro levantou a camisa. O espírito corporificado aproxima-se e entrecorre, num sentido horizontal, os seus dedos semi abertos sobre a região do estômago de nosso amigo. E tal se incrustassem uma tela de vidro no abdômen, podíamos ver as vísceras em funcionamento. – Pronto! – diz Scheilla, apagando o fenômeno – Agora levarei a radiodrafia ao plano espiritual para que a estudem e lhe deem um remédio”.

QUEM É NA VERDADE SCHEILLA?

Certo dia, em mensagem psicografada, assim se expressou Cairbar Schutel a seu respeito:

“Scheilla é, para mim, um verdadeiro exemplo de fé, de perseverança, de humildade e, sobretudo, de muito amor. Quem dera pudéssemos todos nós ter uma pequenina parcela de seu infinito desejo de amar! Scheilla vivencia o amor em sua plenitude, fazendo da cura a sua verdadeira face. Ama e trabalha diuturnamente pelo próximo. Outra não foi à recomendação de Jesus quando esteve entre nós! Outra não é a recomendação dos Espíritos que orientaram Allan Kardec na obra de Codificação!”

Fonte: Centro Espírita Irmã Scheilla – Curitiba (PR) e GLASER, Abel. Alvorada Nova, pelo espírito de Cairbar Schutel.

Obras

    “A Mensagem do Dia” (psicografia de Clayton B. Levy)

    “Chão de Rosas” (psicografia de João Nunes Maia)

    “Flor de Vida” (psicografia de João Nunes Maia)

    “Mãos Marcadas” (41 mensagens por espíritos diversos – Chico Xavier, 1972)

    “Digna Estrela” (psicografia de Jairo Avellar)

    “Superando Desafios” (psicografia de Jairo Avellar)

  https://www.ceak.org.br/script/espiritabiografias.asp?codigo=8  

Seu nome é …

“Guerra, guerra, guerra…”

E assim repetiu várias vezes. Era um espírito comunicando-se pelo médium Francisco Peixoto Lins, o Peixotinho, na cidade de Macaé, estado do Rio de Janeiro. Foi na época da Segunda Guerra Mundial, por volta de 1943, quando um grupo se reunia para iniciar um trabalho de orações para as vítimas dos combates.

“Quando a dor chegar para você, serei a promessa de alívio e consolação…”

Depois, o espírito viria a identificar-se como um alemão de nome Rodolfo, que fora convocado para a guerra. Contou também que servira como oficial-médico e que ouvira de seu pai, em outras ocasiões, que jamais deveria matar. Matar, nunca, é o que seu pai sempre lhe dizia. Daí em diante, assumiu o compromisso de que sua missão era salvar, não matar.

“Se o cenário se converter em noite escura, serei a estrela-guia para o rumo certo…”

Ocorre que, quando a Alemanha dominou a Polônia, os oficiais poloneses vencidos foram enfileirados para serem fuzilados. Dentre os oficiais alemães encarregados da execução, um deles recusou-se a fazê-lo. Era ele, Rodolfo.

“Quando a fadiga se apresentar, serei o abrigo seguro e específico…”

Essa recusa, porém, valeu para ele uma sentença: a morte. Sumariamente condenado, como traidor da pátria, foi executado ao lado dos oficiais poloneses, a sangue frio, impiedosamente.

“Quando os conflitos se fizerem presentes, serei a indicação para a calma e a fraternidade…”

Continuando seu relato, contou também que, logo após o seu desencarne, manifestou-se espiritualmente ao pai e disse: “Pai, já estou em outra dimensão da vida. Cumpri a palavra empenhada. Não matei, preferi morrer”.

“Em todos os momentos, desejo ser sua
companheira fiel…”


E o espírito Rodolfo, que assinava “O Fuzilado”, continuava a se manifestar por Peixotinho. Certa vez, disse: “Orem por minha irmã, ela está correndo perigo”. Passados alguns dias, novamente manifesta-se e diz: “Minha irmã acabou de desencarnar. Foi vítima de bombardeio da aviação. Ela e meu pai desencarnaram”. Dias depois, numa noite memorável, confirmando o que dissera Rodolfo, o espírito de uma jovem loura materializava-se diante do grupo. Era ela, sua irmã, e se apresentava com o nome de Scheilla.

“Sou amiga de todos, embora quase sempre encontre guarida entre os crentes e idealistas…”

Dela se sabe, entre tantos exemplos de amor e caridade que, antes de desencarnar, aos 28 anos, atuava como enfermeira, ajudando no atendimento aos feridos nos combates da guerra; e que se esquecia de si mesma, pois pensava apenas em aliviar os sofredores. Após sua morte física, tudo indica também que Scheilla tenha se vinculado às falanges espirituais que atuam em nome de Jesus, principalmente aqui no Brasil.

“Hoje, bato à sua porta. Não me recuse morada em seu coração…”

Antes da sua última encarnação na Alemanha, porém, temos notícias apenas de uma outra existência sua aqui na Terra. Foi na França, no século XVI, quando se chamava Joana Francisca Frémiot. Joana nasceu em Dijon, em 28/1/1572, e desencarnou em Moulins, em 13/12/1641. Casou-se aos 20 anos com o Barão de Chantal, que pouco tempo depois viria a desencarnar. Desde então passou a dividir sua vida entre orações e obras de caridade, além de educar seus 4 filhos. Em 1610, junto com o bispo de Genebra, Francisco de Salles, fundou em Annecy a Congregação da Visitação, que chegou a contar, no ano da sua morte, com 87 conventos e 6.500 religiosos. Em reconhecimento à sua obra, em 1767 viria a ser canonizada pela Igreja Católica, mais de um século após o seu desencarne, passando para a história como Santa Joana de Chantal.

“Aonde chego, renovo os pensamentos e vivifico a certeza no futuro melhor…”

Ainda no grupo do médium Peixotinho, as manifestações dela vinham se repetindo várias vezes, seguidas de outros fenômenos de efeitos físicos, tais como o aparecimento de flores e outros objetos que trazia ao ambiente. Visualmente, é conhecida em todo o país por meio de um retrato mediúnico seu, que durante uma materialização a revelou de olhos azuis, pele clara, cabelos muito louros e um suave sorriso. Sorriso, aliás, que lhe inspiram simpatia e amizade.

“Sou irmã do otimismo e filha da confiança em Deus…”

A presença de Scheilla tem sido registrada por vários médiuns em diversos grupos espíritas do país. Escorada na virtude da caridade, com especial carinho e dedicação oferece assistência aos enfermos do corpo e do espírito. Além do mais, Scheilla sempre se caracterizou por trazer mensagens de alento e consolação, renovando o ânimo e fortalecendo a fé no amor divino.

“Agora, sou também sua irmã.
Dê-me sua mão.
Venha comigo.
Meu nome é ESPERANÇA”.


PS: Os fragmentos de trecho, em negrito, compõem uma das mensagens ditadas pelo espírito Scheilla ao médium Clayton Levy, e está no livro “A Mensagem do Dia”.
Ricardo Appendinno

Segundo o Anuário Espírita, temos notícias apenas de duas existências de Scheilla: uma na França e outra na Alemanha.

– Na existência francesa chamou-se Joana Francisca Frémiot, a qual casou-se aos 20 anos de idade com o Barão de Chantal, passando a denominar-se Baronesa de Chantal, com o qual teve 4 filhos. Todavia muito cedo perdeu seu marido, e daí abandonou o mundo com seus 4 filhos, partilhando o seu tempo entre orações, as obras piedosas e os seus deveres de mãe.

Em 1604, tendo vindo pregar em Dijon o Bispo de Genebra, S.Francisco de Salles, e, submeteu-se à sua direção espiritual. Fundaram em Annecy a congregação de Visitação a Maria em 1610, que chegou a contar com 87 conventos e, no primeiro século, 6500 religiosos. A Baronesa de Chantal, dirigiu como superiora de 1612 a 1619, a casa que havia fundado em Paris, no bairro de Santo Antônio (Enciclopédia e Dicionário Internacional, W.M. Jackson, Inc).

Passando por grandes dificuldades, conseguiram supera-las e em 1619, São Vicente de Paulo ficou como superior do Convento da Ordem da Visitação, época em que a Baronesa de Chantal retornou a Annecy, onde ficava a casa mãe da Ordem A Santa. Várias vezes tornou a ver São Vicente de Paulo, que tornou-se seu confessor e diretor Espiritual A 13 de dezembro de 1641, ela veio a falecer.

Em 1767, foi canonizada pela Igreja Católica, como Santa Joana de Chantal, ou Baroneza de Chantal.

* * *

– A outra encarnação que temos conhecimento, foi na Alemanha, no período da segunda guerra mundial, onde exercia as funções de enfermeira, e desencarnou por volta de 1943 em Hamburgo, em conseqüência do ataque aéreo sobre esta cidade.

Tudo indica que Scheilla vinculou-se, algum tempo após a sua desencarnação em terras alemãs, às falanges espirituais que atuam em nome do Cristo, no Brasil.

* * *

– Diversos foram os fenômenos de materialização que realizou através de diferentes médiuns.

O Diretor-Presidente desta Instituição a qual ela empresta seu nome, teve por volta de 1977/78, a felicidade de assistir uma reunião mediúnica onde irmã Scheilla, por intermédio do médium Divaldo Pereira Franco, materializou rosas e as distribuiu, como conversou com diversos participantes daquela reunião, que foi realizada na Mansão do Caminho.

Pela assistência carinhosa que sempre emprestou a diversos trabalhadores daquela casa, resolvemos homenageá-la colocando seu nome em nossa Instituição. Inspirados pela Espiritualidade ficou com o nome de FRATERNIDADE ESPÍRITA IRMÃ SCHEILLA.

* * *

– Agradecida e sensibilizada, mandou-nos em 28.11.2001, também por intermédio do Médium Divaldo Pereira Franco, na reunião mediúnica realizada na Mansão do Caminho a mensagem abaixo, como orientação para os trabalhos de nossa casa, a saber:

ELEGIA Á SEMENTE

– Guardada em vasilhame precioso, a semente pensava: – Que será de mim, aqui esquecida e transformada em adorno?

Levada ao solo generoso, onde foi sepultada, exclamou: – Deus meu, morro asfixiada, sofrendo o fardo de terra que me esmaga.

Aquecida e abençoada por suave umidade, experimentou a transformação interna e, arrebentando-se, gritou na cova: – Despedaço-me e não sei o que sucede!

Desdobrando delicada raiz que se aprofundou no solo e erguendo uma frágil haste, saiu da intimidade do sepulcro e sentiu a tepidez do sol, a brisa da manhã, e inquieta, interrogou: – Onde me encontro? Que se passa comigo?

Lentamente experimentou a agressão das pragas, a chuva torrencial, a canícula e o vendaval, mas entendeu que a vergôntea adquiriu resistência, desdobrou a ramagem, sentiu-se segura, no entanto, voltou a perguntar: – E agora, que sucederá comigo tão modificada?

O tempo silencioso e calmo seguiu o seu curso e a antiga semente, ora transformada em planta robusta, cobriu-se de flores e então sorriu exclamando: – Eu sou beleza, perfume e benção.

Por fim, quando as flores cederam lugar aos frutos e a outras sementes, ela gritou exultante: – Eu sou vida e sou filha de Deus!

* * *

– O processo da evolução é uma sucessão de partos, encerrando ciclos em dor e ensejando etapas de crescimento e realização.

Para viver, morre a semente.

Para que haja a ressurreição é indispensável a morte.

Para que os metais se tornem utilidades, experimentam a fornalha e a bigorna.

Para que o Espírito ascenda ao reino de Deus e alcance a plenitude, são indispensáveis as etapas de sucessivas transformações.

A dor, desse modo, é mecanismo de indispensável evolução.

* * *

– Nossa Casa é uma fortaleza colocada em pleno campo de batalha, para albergar aqueles que forem colhidos pelo vendaval e atingidos pela artilharia do desespero.

– Suas portas devem permanecer sempre abertas para recolher os aflitos, os desesperançados, os agônicos.

– Que o amor, em forma de luz libertadora, predomine nos corações que se candidatem, ao serviço do Bem.

– Instalada a paz, que se irradie como bênção de esperança, acolhendo encarnados e desencarnados que cheguem necessitados de apoio e esclarecimento.

– E quando alguma tempestade tombar ameaçadora, que os membros do trabalho se recordem da semente e prossigam confiantes, aguardando a destinação da enflorescência e da frutificação.

Scheilla

Fonte: https://www.feis-irmascheilla.com.br/scheilla.htmhttps://umserdeluzchicoxavier.blogspot.com.br/2009/04/irma-sheilla.html

Peixotinho

Cópia da foto de Sheilla, tirada em reunião de materialização, realizada com o saudoso médium Peixotinho, na cidade de Campos, Rio de Janeiro.

Os traços fisionômicos de Sheilla na fotografia são entusiasticamente confirmados por Dª Maria Augusta de Holanda Fontes, que participou da reunião de materialização realizada com a presença de Peixotinho, em Fortaleza, Ceará, e que chegou a tocar nas tranças de Scheilla.

 

CAIBAR SCHUTEL

Documento escrito pelo próprio Chico Xavier, comprovando a veracidade do trabalho de materialização de Peixotinho

XXXXXXXXXXX

“O mundo se encontra cheio de coisas materializadas, em todas as faixas de vida. No entanto, os Espíritos Superiores empenham-se em se materializarem, quando oportuno, para os homens, para que eles vejam e despertem para a fé na vida, que continua sempre, nas variadas dimensões do existir.

“Quantas vezes tivemos a felicidade de pegar nas mãos humanas, fazendo-nos visíveis para os nossos irmãos da Terra, saudando-os com o nosso gesto de alegria, complemento divino do amor”.

“Muitos duvidaram da nossa presença, mas muitos ainda conservam na lembrança e no coração a nossa palavra, como serva de Jesus.

Mesmo com nossas deficiências, o nosso ideal era e é de servir, com prazer de ser útil”. IRMÃ SCHEILLA

https://www.forumespirita.net/fe/outros-temas/biografia-irma-scheilla/#.WRZg9VLOrq0

Corriam os anos, e as guerras, os conflitos, eram vividos por todos os povos. Aflições e angústias assolavam a cidade de Berlim na Alemanha, onde Sheilla já atuava como Enfermeira, socorrendo onde fosse chamada.

Seu estilo simples, sua meiguice espontânea, muito ajudavam em sua profissão. Bonita, tez clara, cabelo muito louro, dava-lhe um ar de graça muito suave e mostrava nos olhos azuis-esverdeados um brilho intenso refletindo a grandeza de seu Espírito.

Estatura mediana, sempre com seu avental branco, lá estava Sheilla, preocupada em ajudar sempre e sempre. Esquecia-se de si mesma, pensava somente na sua responsabilidade; via primeiro a dor, depois a criatura…

Essa moça não ouvia as terríveis explosões partidas das armas destruidoras, porque o que Sheilla ouvia era a voz de alguém que gemia de frio e de dor. Por esta razão, numa tarde onde os soldados se misturavam ao ódio, gerado por almas sedentas de batalha, eis que tomba no solo de sua pátria, a jovem enfermeira, que através de sua coragem atravessava os campos perigosos de batalha, para socorrer, sanar os gritos que lhe vinham de encontro.

Pelo toque triste de um clarim, muitos viram cair junto aos sofridos soldados na Primeira Grande Guerra Mundial, o corpo da enfermeira fiel, destemida e amiga. Morria nos campos de luta, Sheilla, aos 28 anos de idade, para depois de muitos anos, surgir nas esferas superiores com o seu mesmo estilo, seu mais ainda aprimorado carinho e dedicação. Sheilla a Enfermeira do Alto, descendo agora em outra condição.

Por volta de 1954, em Pedro Leopoldo Sheilla veio muitas vezes nas sessões de materialização, onde seus contatos com Chico Xavier eram freqüentes. Brilhante era a Luz que inundava toda a sala, onde trazia os vários aparelhos materializados que fogem ao alcance da medicina terrena.

Utilizando-se do éter, primeiramente higienizava o recinto e as enfermidades, e depois deixava espargir seu perfume de jasmim e rosas que somente Ela sabe fabricar.

Quando muito cansado pelo grande número de atendimentos às criaturas necessitadas, Chico é imediatamente envolvido por seu perfume, que exala espontaneamente, onde muitos já o sentiram ao se aproximarem dele, em qualquer local ou situação.

Deposita Sheilla vários ingredientes na água que as pessoas levam até Uberaba em questão de segundos, tornando-se tão doce, que ao bebermos sentimos que só um Espírito tão belo como Sheilla seria capaz disto!

Atualmente nossa querida Mentora trabalha na Espiritualidade juntamente com Cairbar Schutel Coordenador Geral da Colônia Espiritual Alvorada Nova. Esta Colônia “ foi planejada há muitos séculos por aqueles que, sendo os Engenheiros Condutores de Jesus, conhecem a Terra do seu passado longínquo ao seu futuro distante.

O Brasil nem mesmo existia na face do globo e Alvorada Nova já estava fixando seus primeiros alicerces através dos trabalhadores de Cristo que sabiam da destinação do nosso país como Pátria do Evangelho, tendo ciência da importância da sua localização nas camadas vibratórias ao redor do planeta”. Sheilla ,”desenvolve um trabalho forte e muito amplo com dedicação ímpar, coordenando quatorze equipes cujos coordenadores formam com ela o Conselho da Casa de Repouso, o qual se reúne periodicamente, decidindo às questões pertinentes à Casa.

Após essas reuniões, Sheilla encaminha a Cairbar Schutel o comunicado de suas atividades. Sua administração direta no Hospital foi estipulada há muito tempo pela Espiritualidade Superior.

À equipe de trabalho de Sheilla ligam-se muitos encarnados para a consecução da cura espiritual nos dois planos da vida.

https://fraterluz.blogspot.com.br/2013/07/biografia-irma-scheilla.html

Irmã Scheilla (1915 – 1943)

Peixotinho, em Macaé-RJ, iniciou um trabalho de orações para as vítimas da Segunda Grande Guerra.

Foi então que, de repente, chegou lá e se materializou um espírito chamado Rodolfo (nas primeiras vezes em que psicografou mensagens, assinava “O Fuzilado”), que contou que era de uma família legitimamente espírita, morando na Alemanha.

Ele teve que servir na guerra como oficial-médico e o pai dele, Dr. Fritz, muito reservado, educado, severo, muito autêntico, que passou muitas ideias humanitárias aos filhos, havia lhe dito:

– Matar nunca.

Ao que Rodolfo respondeu:

– Pai, não é isso, vou servir como médico.

Pois bem, em certa ocasião, o Dr. Rodolfo foi chamado como oficial para integrar um pelotão de fuzilamento. Ele, então, disse:

– A minha missão é salvar, não matar.

E, de acordo com o regulamento militar, ele passou a ser considerado criminoso, porque deixou de servir à pátria, pois a pátria pedia a ele que matasse alguém e ele se negou. Então, disseram-lhe:

– Já que você não vai executar esse homem, você vai ficar junto dele para morrer como um traidor.

E ele foi fuzilado na mesma hora. A essa altura, manifestou-se (espiritualmente) ao pai e disse:

– Pai, já estou na outra dimensão da vida. Cumpri a palavra empenhada: não matei, preferi morrer.

Para que não continuasse no ambiente de guerra, foi amparado espiritualmente aqui, no Grupo Espírita Pedro (Macaé-RJ). Peixotinho, por ter sido militar, em razão justa, como espírita, tinha esse trabalho de preces em benefício das vítimas de guerra e pela paz. E esses fatos se deram no auge da Segunda Guerra Mundial, quase no final. Certo dia, Rodolfo (espírito) disse, assim, no Grupo de Oração do Peixotinho:

– Orem por minha irmã, ela está correndo perigo.

E como a voz do alemão, através da voz direta por ectoplasmia, não era bem nítida, um sotaque carregado, a pronúncia do nome da sua irmã não saía boa, ao invés de Scheilla, saía Ceila. Passado alguns dias ele disse:

– Minha irmã acabou de desencarnar. Foi vítima de bombardeio da aviação. Ela e meu pai desencarnaram.

Dias depois, para agradável surpresa da equipe, materializou-se uma jovem loura e disse:

– Eu sou Scheilla.

Foi muita alegria! Os irmãos ficaram cheios de júbilos espirituais.

Sua morte aconteceu aos 28 anos em decorrência do mais violento ataque aéreo em julho ou agosto de 1943, na cidade de Hamburgo, no campo de batalha, enquanto socorria os feridos.

Observação: a passagem do caramujo está no livro “Chico Xavier – 40 Anos no Mundo da Mediunidade” de Roque Jacintho.

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